Acham possível ganhar assim? (Post para todos reflectirmos)
Companheiros,Terminou à minutos o confronto entre Vitória de Guimarães e Benfica com o resultado a "caír" para os da casa, 2-0. Poderia dizer-se que o famoso "brucho" de Fafe, com as suas rezas, originou um Vitória com sorte. Não há, por certo, ou pelo menos não se pode identificar, um Vitória pré-brucho e um Vitória pró-brucho. Explicando: o senhor de Fafe trouxe apenas sorte à equipa de Vitor Pontes. E digo apenas sorte pois, como se viu, a equipa continuou raçuda, trabalhadora e, aparentemente, mais entrosada. Se juntarmos isto à chamada "sorte do jogo", temos o Vitória vencedor. Mas, quero deixar bem claro, esta é visão mais sensata de um adepto (pelo menos tentando ser) imparcial. O Benfica teve realmente azar, as coisas não correram bem. O golo do Ricardo Rocha na própria baliza é exemplificativo deste facto. O Svärd, até poderia querer golo, só que marcou-o porque o Rocha quis cortar a bola(infelizmente para dentro da sua baliza). No fundo, quem marca, ganha. Contra este facto, poucos argumentos há.
Contudo, mudando a minha pele de "analista" desportivo, vou encarnar a pele de um adepto Benfiquista (este blog rege-se pela liberdade de expressão), identificando os erros grosseiros de Lucílio Baptista e, sem mácula, rejeitando qualquer tipo de abordagem: "ah e tal, é um ser humano, todos nós erramos!"
Apelando ao método indutivo diria que: Todos os árbitros erram, todos são humanos. Certo? Logo todos os árbitros humanos erram com desproveito para o Benfica. A frase é triste, concordo. Se há algum fundo de verdade nela, acredito que haja (basta apenas ter visto o jogo). Em lances ofensivos (pois o Vitória, mal marcou o primeiro golo só voltou ao reduto defensivo do Benfica para marcar o segundo), só no lance do golo anulado a Marcel é que a equipa de arbitragem este correcta. Aqui nota bem positiva.
Veremos factos importantes que influenciam o resultado:
a) Penalty não sancionado sobre Leo, a castigar falta de Svärd
b)Agressão de Flávio Meireles (que lhe valia um vermelho) a Marcel (modo: "chapada") quando o Brasileiro queria entrar na grande-área dos minhotos para tentar cabeçar a um centro de Simão Sabrosa
c) Perdão de um cartão vermelho directo a Kléber, por falta grosseira e desmedida sobre Nuno Gomes quando este ficaria, caso Kléber não cometêsse falta, isolado só com Nilson pela frente. (Os jogadores do Vitória estavam na mesma linha de Kléber, logo, Nuno Gomes, estando perfeitamente enquadrado com a baliza, não teria ninguém pela frente)
d)Amarelo a Flávio Meireles aos 85 min (já nem devia tar em campo)
e) Novo perdão a Kléber, desta vez, do cartão amarelo (outro que não devia tar em campo) já no fim do encontro
f) Entrada grosseira de Moreno sobre Karagounis que não foi sancionada com qualquer tipo de critério disciplinar
Infelizmente mudei de pele. Passei, numa velocidade estonteante, de analista sobre sorte e azar para adepto fervoroso do Benfica. Vejamos como o discurso muda. Agora peço-vos, juntem os dois discursos e vejam se é mais forte a sorte do jogo com o árbitro a ajudar a essa sorte, ou se é mais forte o azar com o árbitro a ajudar a esse azar!! Pensem nisto.
Tenho dito! Cumprimentos,
André Trindade
P.S. - Não quero condenar o senhor Lucílio Baptista. Ele é um ser humano, como isso, erra. Mas, sendo a vida igual a desenvolvimento e mudança, penso que este senhor pouco evoluiu, pouco surpreende e erra sempre para o mesmo lado quando apita o clube de águia ao peito. É curioso e, diria mesmo, é muito estranho ser sempre assim. Acrescento que, tirando um clube de azul e outro que veste xadrez, este árbitro tem tendências malvadas para roubar, digamos assim, clubes da Capital e do Sul.

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